e X a t o a c i d e n t e
Tony Monti lê, escreve e apaga
2007

Capa de o menino da rosa Capa de O Mentiroso








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*************** blog novo *************

*** Este blog está em novo endereço ***

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25.1.07


Não tenho acesso à Folha ou ao Uol. Aparentemente os links para os textos que saíram na Folha são esse e esse.


23.1.07


Deve sair alguma coisa sobre Tony Monti no caderno de Turismo da Folha de São Paulo dessa quinta. Não sei como nem o quê. Se houver versão eletrônica do texto, coloco o link aqui.


21.1.07


kar-wai



Queria saber se orientais japoneses no Japão, chineses na China, coreanos na Coréia, saber se eles se acham parecidos. Tem aquela história sobre eles comprarem carteira de identidade no supermercado, com fotos padronizadas para todo mundo. Porque é uma experiência muito estranha assisitr filme e não diferenciar bem os personagens. Achei o 2046 muito bonito, mas confundi um personagem com outro. E hoje fui ver o Dias selvagens e vacilei de novo num momento. Hoje foi pouco, não me atrapalhou o enredo. Achei que o diretor tivesse se preocupado com isso dessa vez colocando roupas e cabelos bem diferentes em cada um. Mas não, o policial tirou o uniforme para confundir. Curioso é que o outro personagem não o reconheceu nesse dia. Eu não sou mesmo bom fisionomista. Lembro do nome das pessoas. Lembro dos telefones. Dá para usar a confusão como estratégia, fazer os personagens se misturarem de propósito. Gostei de Dias selvagens, a gente é mesmo estranho.


18.1.07


Entraram neste blog procurando "tony monti" diretamente da Polônia. Algum amigo na Polônia? O último que para lá foi, trouxe-me uma vodca ótima. Aceito outra.


16.1.07


beleza
um poema
da menina rita apoena
que tem um blog bonito.


não tenho cadernos
tudo o que eu escrevo
escrevo nas paredes do meu quarto
se é para estar presa
que seja entre quatro poemas


14.1.07


Ofício

Faz um tempo que não encontro um daqueles livros que me mudam os pensamentos. Não tenho há muito a sensação de ter lido pela primeira vez Dostoievski, Cortázar ou de, pela primeira vez, perceber o Guimarães Rosa (apesar de já o ter lido outras vezes). Espero não ter instrumentalizado a literatura a força, moldado as sensações, espremido as possibilidades entre um mestrado, um começo de doutorado, muitos livros lidos e alguns escritos. Ainda há o cinema, talvez seja por isso que eu, cada vez mais, escreva histórias que esbarram em filmes e em salas de projeção. O cinema me é mais agudo. A literatura tem me construído a razão que o cinema, às vezes, destrói. Não é mau assim, talvez a vida interessante seja mesmo construir e destruir, fazer o chão para quebrá-lo depois.

Verdade também é que nos últimos meses tenho menos procurado os clássicos (que no fim das contas, com raras exceções, são os que batem mais forte) e mais os novos. Pode-se estender o período por anos se eu esquecer de um ou dois livros que me tontearam. Talvez eu não tenha sido pego por grandes golpes das letras nos últimos meses apenas porque tenho me exposto só aos que batem fraco.

Para dizer que li e gostei d´A História dos ossos, que me tocaram a linguagem trabalhada, as frases precisas e os quasi-enredos. Bonito, me lembrou o livro do Paulo Rodrigues, A Margem da linha, tanto no tom quanto no tema. Bom. Me fez lembrar também que não encontrei, nos últimos trinta anos de literatura brasileira, um livro para fazer companhia ao Cortázar, ao Dostoievski, ao Rosa e a outros poucos. Nada desde Lavoura Arcaica ou os últimos da Clarice. Ou muito me engano.


11.1.07


devido momento?


6.1.07


amigo jorge quase é muito gente boa.



2.1.07


de novo o gil


1.1.07


passou
ok, mais um,
foi terrível, será melhor este de agora.
(e já encontrei o título para o livro e não vou revelar)








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